
A AMANTE DE QUATRO (lésbico)
Tulipa
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– fica de quatro e empina bem esta bunda!
– assim?
– empina mais.
– assim tá bom?
– ficou ótimo. Agora consigo ver tudo daqui. Se segure com força. Vou socar sem dó.
– soca, amor!
– vou judiar gostoso de você, hoje.
– ai, que delícia.
– você gosta, né, vadia!
– gosto.
– então geme pra mim.
Som de gemidos
– morde minhas costas. Puxe meus cabelos. Só não me deixe com marcas de chupões.
Som de tapa na bunda
– espera um pouco. A cinta se abriu.
– aproveita e lubrifica mais esse pau.
– mas você está bem molhada.
– comprou um pau muito grande, amor.
– não era um dos menores que tinha lá na Tulipa vermelha.
– mas lubrifique, amor, por favor. Ou amanhã não vou conseguir nem sentar.
– vou lubrificar.
– conseguiu fechar a cinta?
– consegui.
– então está esperando o quê pra me fuder mais.
– estou tentando achar o lubrificante.
– se for demorar assim, pode enfiar a seco mesmo.
– não vai ser a seco. Você esta bem molhada.
– quando seu marido volta?
– amanhã.
– e vamos continuar a nos ver?
– claro. Você é mulher e eu sou evangélica. Ele jamais desconfiará do nosso chá da tarde. Agora fique novamente de quatro.
– quero mudar a posição.
– meia nove?
– papai e mamãe.
– com pau ou sem pau?
– sem pau. Use seus dedos.
– está cheirosa.
– usei o creme que me deu.
– eu não consigo resistir a estes seus peitões.
– é… então enfia a cara neles.
– não só vou enfiar a cara, como vou enfiar a boca, esfregar minha buceta neles…
– faça o que quiser de mim, minha rainha!
Por Raquel Cruz